<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357</id><updated>2011-07-07T21:29:42.011-07:00</updated><title type='text'>Nas tribos da Helen</title><subtitle type='html'>Um blog de uma pessoa eclética que vive em um caos organizador de suas próprias lembranças. Um espaço para publicizar os desejos, as histórias,as concepções de vida. Mais do que um egocentrismo no nosso mundo digital, busco um diálogo, um encontro entre diferentes subjetividades que saltam aos nossos olhos na velocidade da internet banda larga.
Sejam bem vindos!!!!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>6</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-2945035479964315884</id><published>2010-05-20T17:46:00.000-07:00</published><updated>2010-05-20T18:44:46.097-07:00</updated><title type='text'>Conversas Cruzadas na Estante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;font-size:130%;color:#663366;"&gt;Ok!!! Eu não sou boa em escrever histórias e estórias, nem muito ao falar sobre elas porque me enrolo toda. È claro que eu tenho idéias mirabolantes, viajo na maionese, vivo no maravilhoso mundo de Bob, acho que o mundo de Pandora emergirá após o incidente de 2012 e sonho em ser uma Avatar usando salto 15 . Mas o que é um Avatar com salto a Lá travesti perto de mais uma viajenzinha?&lt;br /&gt;Eu sempre imaginei grandes personalidades, artistas que já bateram as botas antes da hora convencional, sentarem numa mesa de bar e beberem. Eu tenho uma teoria: até algumas grandes guerras poderiam ser evitadas colocando-se os inimigos a dividir umas garrafas de canha ( não é o que ocorreu no filme Bastardos Inglórios). Mas enfim, imagine sentar e beber com pessoas tão diferentes entre si? Imagine você sentado não junto a Madonna, Sadan Husein, Papa Pio sei lá o que, mas sentar com pessoas que estão na sua estante. Não vai me dizer que estes estão na sua na estante?!&lt;br /&gt;Primeiro eu pensei nos mortos porque é obvio que o ser humano sempre amou o que é mais difícil (ou impossível). Coincidentemente os meus mortos são os mais geniais, loucos e artistas (também Gays, com exceção do último que é machochô). Pensei em Foucalt, Cazuza, Renato Russo, Freud, Guatarri e Raul Seixas (esse não está na estante mas faria a tradução simultânea)...enfim, todos juntos...imagina!!! É uma idéia que não cabe numa estante.&lt;br /&gt;Eu olhei de novo pra estante depois dessa idéia bizarra e vi que tinham os vivos me olhando pelos seus livros. São pessoas importantes; famosas ou não e eu também não pude deixá-las de fora. Depois olhei de novo a estante e vi que não tinham somente livros. Tem um sofá cor de rosa, um globo de festa (olha, um cenário!!!) e tem personagens representados em objetos inanimados. Uau! Enfim, como diria minha mãe,“chega de masturbação mental”, vou enviar os convites.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-2945035479964315884?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/2945035479964315884/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=2945035479964315884' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/2945035479964315884'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/2945035479964315884'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2010/05/conversando-cruzadas-na-estante.html' title='Conversas Cruzadas na Estante'/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-8545852553797860174</id><published>2010-04-22T17:02:00.000-07:00</published><updated>2010-04-22T17:18:32.383-07:00</updated><title type='text'>Legitimidade do Ilegível</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Escrevo nestas linhas tortas e tímidas que há tempos não se faziam presentes . Letras ilegíveis, pois apesar de tímidas se fazem estranhas a própria mão que corre vertiginosamente para psicografar algo sem nome.&lt;br /&gt;Uso como apoio a vontade louca de sentir a beleza de ao nada ser ao certo e um livro intitulado de “O Mapa do Amor: como escolher a pessoa certa”. O destino também parece ser um livro um tanto irônico. Talvez seja como o Destino descrito por Neil Gaiman. Um perpétuo sem rosto que segura um livro por entre labirintos e cada página é aberta ao acaso..histórias repetidas para diferentes sujeitos. Resolvi escrever sobre as pessoas e acabei apoiando o papel em um livro que avalia a importância de uma pessoa pela sua média ponderada, zonas de verificação e mensuração de personalidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Eu queria falar de pessoas, das pessoas que entram no meu íntimo, no meu ser sendo a todo instante e que por vezes ajudam a legitimar o ilegível. As pessoas são espelhos, um enxergando a si próprio pelo outro. E ás vezes tudo parece conspirar para que se controle os músculos da face, o brilho no olhar. Se somos espelhos nem sempre sabemos o que o outro enxerga de si mesmo a partir de nós. É a dor e a delícia de não sabermos que tipo de espelho servimos para o outro. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Eu tento me explicar sobre porque certas pessoas servem de espelho para  10 kilos a mais de culpa que por vezes carrego como mochileira nômade ou os 10 kilos a menos de auto estima que procuro embaixo da cama como  no dia em que quis esconder o bilhete da professora endereçado à mãe (eu fui pega no flagra). Tem espelhos que me deixam com raiva ao olhar minha imagem distorcida, justamente por querer que eu dê nome aos meus bois, que eu siga um padrão, que eu mensure meus sentimentos e minhas atitudes como orienta Anilton Amélio, autor do já descrito livro que envergonhadamente apoio por acidente o papel. (Só podia ser psicólogo!)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Na verdade eu queria escrever sobre aqueles espelhos que fazem eu enxergar “os lábios entreabertos e o sorriso nos olhos”. Eu queria porque meu âmago pede por isso. Mas como criança mimada que sabe andar de bicicleta mas não quer mais porque caiu de leve no chão eu não escreverei.&lt;br /&gt;E isso tem a ver com as letras, com a letras que também legitimam o ilegível. As letras tortas  não se fazem presente há tempos, exceto quando escrevo bilhetes de trabalho ou a ata da reunião. Estas letras que os outros não entendem ou que tomam outro significado; letra de médico, letra de criança.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Nas ultimas vezes que escrevi pedacinhos de mim para outro alguém o legível se tronou ilegítimo. Seja um bilhetinho endereçado à mais bela canção daquele instante, seja um poema meu dado de presente a quem fugi como bixo assustado dos espelhos que me foi dado e voltado após com miragens de coisas que ainda não vivi, as letras foram desperdiçadas. Aquilo que pulsava mais uma vez se foi; taparam-se os espelhos com velhos panos, o bilhete foi abandonado sobre a mesa do restaurante, o poema foi esquecido. &lt;br /&gt; Eu queria escrever sobre pessoas e o que resta é a mim mesmo, nua em frente ao espelho. Eu queria escrever sobre os espelhos que dão vontade de parar de olhar para si, sair correndo e olhar o mundo lá fora. Tocar as folhas entre os dedos, sentir o vento e pisar descalço na grama. Nada de espelhos de circo, apenas é o que é naquele momento. &lt;br /&gt;Eu escrevo uma vez para ter que ler mil vezes ou talvez nenhuma. Mas as letras serão eternas e o reflexo nada mais além do que vejo...efêmero.&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-8545852553797860174?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/8545852553797860174/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=8545852553797860174' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/8545852553797860174'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/8545852553797860174'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2010/04/legitimidade-do-ilegivel.html' title='Legitimidade do Ilegível'/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-3565682387320608941</id><published>2008-08-22T19:19:00.000-07:00</published><updated>2008-08-22T20:40:38.491-07:00</updated><title type='text'>O Sujeito Contemporâneo Ocidental</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;Você não está acostumado a plantar uma muda da sua fruta preferida; no metro quadrado fica plantado esperando a droga da banda larga que leva mais de 3 segundos para mudar de página. Você acha que 15 minutos podem mudar a sua vida para sempre, ou o seu humor para o resto do dia (ficar em fila!).&lt;br /&gt;Ás vezes parece que o céu é o limite mas se lembra que existe a Lua e todos os planetas e quem sabe vida extraterrestre (sujeitos talvez contemporâneos e ocidentais...), então tudo é possível de ser alcançado. Contudo, o mundo continua a orbitar em nossos umbigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E girando em volta de nós mesmos como cães com a pulga no orifício descobrimos que se tudo é possível é impossível se ter tudo ao mesmo tempo (óh finitude!). As possibilidades parecem ser muitas,mas se pergunta o sujeito, sem o ponto de interrogação porque lhe faltou tempo para refletir sobre seu pròprio questionamento: O que eu quero mesmo.... E neste meio tempo surgem respostas divinamente capitalizadas.....Sim! è o celular!...Sim!é o corpo perfeito!..Sim!é a casa dos sonhos! Sim's vão brotando como ervas daninhas e o que parecia tão difícil agora é anestesiado pela grande massa de mensagens que falam por nós mesmo antes de nos perguntarmos...seja lá o que queremos problematizar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;Se você não é feliz num mundo onde todos devem sorrir, porque seguiu a "estrada de tijolos amarelos" e não encontrou ou encontrou tudo o que esperava, não se preucupe. Ficar "no fundo do poço" é o último grito da moda. Lá no subsolo existem pessoas lindas de preto, com cara de quem tanto faz como tanto fez se comeu ou não e se gostou ou não ao som da acabadíssima Amy Whinehouse (parece estar acima dos cantores melancólicos dos anos 80 mas viverá menos que eles). Urge ressaltar que não se pode ficar muito tempo no fundo do poço VIP (não é elegante).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;Elegante pode ser designar-se como um intelectual. PARADIGMA! Esta é a palavra que traduz o tesão de saber e poder. Muitos de nós trazemos paradigmas como se palavras fossem espada de esgrima utilizadas por quem mal conhecemos e que usamos pela primeira vez. Paradigmas vão se sobrepondo à outros, ás vezes em verdades vertiginosas e histéricas. ...Verdades que podem andar de mãos dadas com o modo capitalista de viver. "Eu falo o que não faço"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;Este é o sujeito contemporâneo ocidental. Qualquer semelhança não é pura coinscidência; faz parte do processo da reprodução alucinada deste jeito de viver. Sociedade imediatista, narcisista, produção de subjetividade capitalística, seja lá o que podem chamar, nem todos nós podemos ter o pedigree, alguns são como vira-latas mas os que tem se perguntam..........&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;*Ora! Pergunte-se!!!!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-3565682387320608941?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/3565682387320608941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=3565682387320608941' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3565682387320608941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3565682387320608941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2008/08/o-sujeito-contemporneo-ocidental.html' title='O Sujeito Contemporâneo Ocidental'/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-209157990368994867</id><published>2008-07-09T17:34:00.000-07:00</published><updated>2008-07-09T18:19:29.310-07:00</updated><title type='text'>ESTRADA LIMÍTROFE</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;color:#006600;"&gt;Ele é um homem bilíngue, de poucas palavras, produzidas sonoramente e que se misturam ao vento. Ele não precisa gritar sua dor, mas ela aparece por entre a fumaça. Ele sabe rir mas se o sorriso for inaudível e entre os lábios fechados saiba que nem todos os comentários são interessantes de serem entendidos, principalmente se as palavras vem entre os dentes e não pelos poros. Ele é um homem que gosta de mulheres, e às vezes gosta de mulheres que nem mesmo conhecia mas que uma tela de vidro lhe mostra imagens que diz o tempo todo que são bonitas. Ele quer defender o que é seu. Sua mulher, sua casa, seus filhos, os animais que cria. O seu pedacinho de chão...pedacinho....Se pergunta onde estão as placas que dizem o que é seu e o que é de outro, quem diz o que é de quem. Enquanto isso, no outro lado do seu mundo outros homens se perguntam como saber se você conquistou seu pedacinho no céu. Como saber se você vai pagar o aluguel ou se terá um pedacinho daquele escritório....."tomara que caiba minha mesa...tomara que caiba na minha mesa". Alguns homens são bilingues por necessidade de ampliar seu territorio profissional, outros para sobrevivência. Alguns homens pescam por prazer (mastercard), outros sonham em pescar o peixe que já não existe mais e por isso mesmo não tem preço. Alguns homens estão em salas de aula com 40 crianças, outros ministram aulas com a presença de 10 crianças e um cachorro. Alguns homens fumam cigarro pra aliviar o stress, outras fumam para acalmar o espírito e a relação com a mulher. Este homem está de um lado do asfalto enquanto outros estão de outro. Ño limite do asfalto, este homem nos faz perguntar quem é o dono do asfalto que separa vidas de outras vidas como se fosse uma coisa da outra coisada. Coisificados, este homem mostra que somos coisas com milhares de outras coisas. Coisificados, este homem pode nos revelar que pode ser qualquer um. Pode ser eu, você e ele porque ainda "somos todos brasileiros", mas definitivamente este homem que enxerga o asfalto pode ser Guarani.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#006600;"&gt;*Coisa coisado é uma expressão rememorando o poema "Eu, etiqueta" de Luís Fernando Veríssimo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-209157990368994867?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/209157990368994867/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=209157990368994867' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/209157990368994867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/209157990368994867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2008/07/estrada-limtrofe.html' title='ESTRADA LIMÍTROFE'/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-3675685411668449923</id><published>2008-04-27T09:16:00.000-07:00</published><updated>2008-04-27T09:30:19.657-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Um blog de uma pessoa eclética que vive em um caos organizador de suas próprias lembranças. Um espaço para publicizar os desejos, as histórias,as concepções de vida. Mais do que um egocentrismo no nosso mundo digital, busco um diálogo, um encontro entre diferentes subjetividades que saltam aos nossos olhos na velocidade da internet banda larga.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 204); font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Sejam bem vindos!!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-3675685411668449923?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/3675685411668449923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=3675685411668449923' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3675685411668449923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3675685411668449923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2008/04/um-blog-de-uma-pessoa-ecltica-que-vive.html' title=''/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-26238125582939357.post-3354880652377587240</id><published>2008-04-23T21:21:00.000-07:00</published><updated>2008-04-24T19:10:34.574-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;MARCAS DE UM PASSADO EM QUE EXISTIA XUXA SEM MARCAS DE SILICONE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olá, eu sou uma jovem adulta nostálgica, mas com uma memória retrógrada falha, sendo assim, possuo poucas memórias da minha infância. Mas todos nós possuímos marcas do passado e estas nos mandam sinais. Eles estão ali, prontos para serem vislumbrados e nos causarem as mais variadas lembranças. Minha primeira marca foi quando eu tinha 9 meses. Eu estava em cima da cama quando fui rolando, rolando e caí. Depois disso fiquei toda engessada, parecia uma mini-múmia. Se ficou uma marca, ou seja um bracinho torto? Não, não. Eu até me esqueceria deste fato, rememorável apenas pela Hipnose de Freud, se eu realmente não tivesse uma foto e tivesse quebrado o braço durante minha infância nada mais nada menos do que SETE VEZES! E o melhor, neste caso, é que quebrava apenas os dedos ou o pulso ou o braço todo mesmo, do lado esquerdo. E sim, eu era canhota.&lt;br /&gt;Por triste coincidência eu adorava escrever, era uma aluna exemplar. Quando não estava sendo levada pelas freiras na Ortopedia Carlos Barbosa, estava rodeada delas e das minhas professoras ou da coleguinha popular que me odiava e tentava me bater, porque eu era tímida e abobada e ao mesmo tempo olhada, mesmo que de cantinho, pelo menino mais lindo da escola (pelo menos era assim na primeira série). Enfim, todos os ossos foram novamente calcificados com os gessos e as talas. Eu nem me lembraria deste fato e nem traria como marca do passado, se tudo isso não me levasse a me lembrar dele, o monstrinho...o Alexsandrinho!!!!&lt;br /&gt;O Alexsandrinho era feinho, mas muito feinho. Como eu já disse, minha memória possui alguns buracos negros na massa cinzenta de meu cérebro, assim os poucos resquícios que sobraram de sua imagem eram: caspa no cabelo, cabelo cor de sujo, camiseta cinza cor de sujeira, pele morena clara com cor de sujeira, baixinho. Enquanto isso eu era a mais alta da turma, a mais escovada durante o banho, usava trancinhas que causaria inveja à Emília do Monterio Lobato, pele perfeita, tudo tão perfeito que chegava a ser mongoloninha.&lt;br /&gt;Não preciso dizer que o Alexsandrinho demonstrava todo o seu amor por mim e esse sentimento transparecia através dos meus joelhos cheio de marcas roxas e azuis. Ele também foi responsável por uma das vezes que fui à ortopedia com o dedão quebrado. O Alexsandrinho chutava os meus joelhinhos estrategicamente durante todos os recreios. Às vezes eu me defendia e agarrava os seus cabelos e como a Mônica faz com o seu coelhinho, antes de bater no cebolinha, girava ele em círculos. Era divertido!!! Mas eu não entendia porque aquele guri me odiava tanto e só fui começar a descobrir as nuances do amor quando minha mãe me contou a conversa que Alexsandrinho tivera com ela:&lt;br /&gt;- Tia, quando eu crescer eu quero casar com a sua filha. Eu já tô separando dinheiro para comprar um fogão pra ela cozinhar quando a gente se casar!&lt;br /&gt;Bom, eu até esqueceria deste fato e não classificaria como marca do passado, se as marcas no meu joelho não ficassem expostas durante anos !!! E segundo minhas fontes cefálicas e ao mesmo tampo subjetivas, estas marcas no joelho permaneceram até os QUINZE ANOS! Ou seja, elas foram preponderantes na minha adolescência, tanto que só beijei após os 15 anos de idade.&lt;br /&gt;Hoje eu estou casada com ele e as marcas aumentam enquanto aumenta a nossa paixão. Cozinho no fogão seu mondongo e se eu não coloco bastante pimenta como ele gosta Alexsandrão me presenteia com um joelho de porco...o meu!!!! ***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*** O último parágrafo do texto foi distorcido pela autora durante uma crise delirante, contudo o restante de seu conteúdo é descrito pela mesma como a mais bela história de sua tenra infância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#003300;"&gt;&lt;strong&gt;"Eu só queria uma bola de vôlei"&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definitivamente eu não entendo minha alusão à Xuxa Meneguel quando penso na minha infância. Na verdade, eu nem fazia tanta questão de ver a Xuxa na telinha, até porque, não fui uma criança muito normal como podem ter verificado pelo texto anterior. Me lembro um pouco da Angélica “Vou de táxi, se sabe”; da Eliana “Tchau, tchau, tchau, eu vou viajar, logo, logo eu vou voltar”; das Patotinhas “tomo um banho de lua, tiro as calças e vou pra rua”. Da Mara Maravilha eu apenas gostava dela porque eu sempre dizia: “as morenas é que vão dominar o mundo”, mas na verdade nem assistia a seus programas. E Balão Mágico, esse nem se fala, só sei que tinha a Simoni e o Jairzinho....è isso?&lt;br /&gt;O que gostava de ouvir mesmo era as fitas da minha mãe, dançando em cima da cama. Ouvindo Clara Nunes eu cantava vestida com a roupa azul da minha mãe que estava mais pra “mãe se santo”: “O que que a Baiana tem, o que que a Baiana tem”. Também ouvia Sérgio Reis, enquanto apontava as mão para cima e cantava: “Mas nessa casa tem goteira, pinga em mim, pinga em mim, pinga em mim”. Também ouvia direto as músicas da novela Roque Santeiro, como aquela: “Mistérios de um lobisomem que fosse homem...mistérios de uma menina tão desgarrada, seu professor”. Pois é...mas aonde estava mesmo....Há! Eu estava na Xuxa, mas na verdade preciso contar uma história antes para poder sublinhar porque falo da rainha dos baixinhos. Bom, além destas músicas, gostava de brincar de médica-chefe do hospital que dava ordens, de comer muito Fandangos e parei de usar as malditas trancinhas. Também, aos 9 anos de idade, queria muito uma bola de vôlei. Mesmo eu tendo quebrado um dedo, mesmo não sabendo jogar eu queria uma bola de vôlei. E tudo conspirava ao meu favor para que eu ganhasse, já que meus pais foram viajar, e eu tendo que ficar com a minha Vó super implicante, seria bem recompensada.&lt;br /&gt;Ao voltarem ao doce lar, meus pais na porta já anunciaram: “Trouxemos uma surpresa!”. Estava radiante de alegria quando comecei a ouvir uns berros, depois de uns berros uns choros. E aquele que estava desesperado, chorando e berrando foi dado a mim, como recompensa pela estadia com a Vózinha. Eu olhei para aquele papagaio de beira de estrada, com as asas cortadas e o coloquei no chão. Ele estava em uma gaiola feita de taquara e se debatia para todos os lados. Eu nunca vi um animal tão desesperado e um presente nunca me deixou tão triste. Falava baixinho com ele: “O que fizeram contigo foi muita maldade..” Na verdade eu não sabia o que falar ao animal, ele não podia voar, não tinha como soltá-lo apesar de querer muito. E eu pensava comigo mesma: “Que merda esse presente, que bicho triste, eu só queria uma bola de vôlei.”&lt;br /&gt;Quiko (o nome quem batizou foi meu pai), foi deslocado para uma gaiola de ferro e durante uma semana continuou gritando, mordendo as grades, não comia nem bebia direito. Cada vez que olhava para o bichinho brigava com meus pais: “Pra que tirar os bichos da natureza, isso é errado, que presente é esse!”. Quiko foi encontrado após uma semana, desmaiado com o bico dentro do pote de água. Meu pai retirou rapidamente ele da gaiola e fez respiração boca-a-boca. Foi a cena cômica mais não-cômica da minha vida. Eu chorava culposa, pensando que ele teria cometido suicídio. A única dúvida que tenho é se Quiko era menino ou menina. Mas até hoje não me sai da cabeça que ele ou ela realmente se matou na profunda tristeza e desesperança de que nunca mais iria ver suas árvores, seu verde, seu mundo que lhe foi tirado às pressas.&lt;br /&gt;Quem me ajudou foi a Xuxa, que em uma manhã, após ter tomado meu Nescau e pensado no Quiko, apareceu sorrindente e saltitante me consolando na tv:&lt;br /&gt;- Baixinhos e Baixinhas! Agora eu tenho algo muito sério para conversar com vocês...Os nossos animaizinhos em extinção estão sendo arrancados de onde vivem por homens que vendem eles ilegalmente, principalmente nas estradas. Nós precisamos lutar contra isso, muitos animais estão morrendo e não tendo a chance de aumentar a espécie e serem felizes. Com essa carteirinha do IBAMA você pode ser um amiguinho dos animais! Denuncie pelo telefone...&lt;br /&gt;Eu nunca tive a carteirinha do IBAMA, mas naquele momento gritei bem alto minha dor:&lt;br /&gt;- É isso mesmo XUXA! È um absurdo o que acontece, esses filhos duma Pu.....!!!!! Vamos defender os animais, chega de abusos, cadê os direitos!!!!!!!!&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#cc0000;"&gt;Hoje em dia, não vejo mais animais sendo vendidos em beiras de estradas mas vejo outras situações graves em beiras de estrada e é sobre elas que falarei mês que vem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/26238125582939357-3354880652377587240?l=helenpsi.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://helenpsi.blogspot.com/feeds/3354880652377587240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=26238125582939357&amp;postID=3354880652377587240' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3354880652377587240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/26238125582939357/posts/default/3354880652377587240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://helenpsi.blogspot.com/2008/04/marcas-de-um-passado-em-que-existia_3562.html' title=''/><author><name>Na tribo da Helen Psi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13222862453950867808</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
